Atelier de Pais

No passado dia 08 de Junho decorreu mais um atelier de pais de crianças com défice visual grave/cegueira. Sendo o último atelier do ano lectivo, decidimos não ter nenhum tema a debater, para nos dedicarmos exclusivamente ao convívio e partilha entre todos.

Para começar uma “orquestra de afinidades”, onde todos tocámos instrumentos musicais, sempre que ouvíamos uma frase com a qual nos identificávamos e que era útil à apresentação de cada família.

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Descrição da fotografia: Participantes em roda com os instrumentos musicais, prontos para a dinâmica “orquestra de afinidades”.

Foi um momento de convívio entre famílias e profissionais, onde reunimos novas famílias, famílias “residentes” e famílias que voaram rumo a novos desafios, além fase da intervenção precoce.

Alguns dos momentos retratados em fotografias:

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Obrigada a todos pela vossa presença!

Até breve.

Poemas Sentidos…quase prontos!

Os alunos do curso de Arte e Design da Escola Superior de Educação de Coimbra, estão a ultimar as ilustrações táteis que vão compor os 16 livros com poemas infantis, de textos originais, em braille e a tinta, no âmbito do protejo “Poemas Sentidos” (da responsabilidade da Associação Bengala Mágica).

No passado dia 22 de Maio foi dia de juntar o braille às páginas e de afinar alguns pormenores relativamente às ilustrações.

Algumas fotos do encontro onde os alunos trabalham nos seus projetos:

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Na última foto estão, da esquerda para a direita, Rita Santos da Direção da Bengala Mágica; Profª Beatriz Marques, que lecciona a disciplina de Ilustração; Patrícia Valério da equipa do CAIPDV, que nos apoia neste projeto e Dídia Lourenço, da Direção da Bengala Mágica.

Estamos ansiosas por conhecer o resultado final!

Voluntariado OLEC

Nos últimos meses temos contado com o contributo da Inês na nossa Oficina de Literacia Emergente para a Cegueira. A Inês Ladeiras fez connosco um estágio de Educação há uns anos atrás e, hoje, já formada, dedica algum do seu tempo à construção de materiais de apoio à literacia emergente de crianças com cegueira.

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Obrigada pelo teu contributo e generosidade, Inês! É tão bom quando alguém volta;)

Semana da Leitura

Já vem sendo habitual, a equipa do CAIPDV celebrar a Semana da Leitura, celebrando simultaneamente o braille e o livro tátil ilustrado. Este ano não foi exceção! A convite de Maria José Vale, professora bibliotecária do Agrupamento  de Escolas de Miranda do Corvo, no passado dia 01 de Abril de 2019, a equipa marcou presença numa ação de apresentação do livro “O que vês, o que vejo…”, com o objetivo de sensibilizar os alunos para o acesso e a acessibilidade dos livros e da leitura para crianças e jovens com cegueira.

Retratando a experiência da equipa com a edição do livro tátil ilustrado “O que vês, o que vejo…”, os alunos tomaram contacto com a realidade da insuficiência de livros neste tipo de formato e com o processo de construção artesanal dos mesmos. A par da história, os alunos foram tendo contacto com as ilustrações táteis e com a clarificação dos mecanismos colocados ao serviço dessas ilustrações.

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Não fosse a semana dedicada à leitura, apresentou-se o código braille e explicitou-se o seu funcionamento e algumas informações sobre o processo de leitura.

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A equipa procurou transmitir a importância do direito à educação e do direito à leitura, como condições essenciais à plena realização pessoal, social e académica de todas as crianças e jovens. Através do vídeo “A cor das flores” (edição ONCE), documentou-se um percurso de sucesso de uma criança com cegueira que, apostando no seu contexto percetivo, e tendo os recursos e suporte apropriados consegue superar os mais audazes desafios!

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“Poemas Sentidos”

Hoje, divulgamos uma iniciativa da associação Bengala Mágica: “Poemas Sentidos”. Uma iniciativa que nos diz muito, por contribuir para a disseminação do modelo háptico de ilustração e para o aumento de livros táteis ilustrados em território nacional.

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O CAIPDV deu o seu contributo a este projeto, participando numa apresentação sobre a ilustração tátil para crianças com cegueira e  modelo háptico, numa aula de ilustração do Curso de Arte e Design da ESE de Coimbra. São agora estes alunos que ilustrarão 16 poemas de autoria de Ana Cristina Agostinho, perspectivando a acessibilidade dos livros construídos. Os mesmos ficarão disponíveis na Associação Bengala Mágica para requisição do seu público.

Os livros acessíveis a crianças, de tenra idade, com cegueira e baixa visão são, em Portugal, praticamente inexistentes. Embora existam alguns livros que já têm escrita em braille, destinados a crianças, estes descoram uma parte tão importante num livro: a ilustração. A ilustração de um livro para crianças muito pequenas (pré-escolar/1º ciclo) requer alguns cuidados de forma a que possa ser perceptível, motivadora e apelativa. Consideramos que o livro tátil ilustrado, através do modelo háptico, tão bem trabalhado pelo CAIPDV, é, sem dúvida, aquele que melhor responde às necessidades e interesses das crianças com DV, mas também das crianças normo-visuais. Assim, estamos a desenvolver um Projeto em parceria com a ESE de Coimbra e com o apoio do CAIPDV, no sentido de serem criados, de raiz, 16 livros táteis ilustrados, cada um com um texto original. Os textos (poemas temáticos) foram cedidos à Bengala Mágica pela educadora Ana Cristina Agostinho. Participam neste projeto os 32 alunos do curso de Arte e Design da ESE de Coimbra, no âmbito da disciplina de ilustração. O resultado vai ser … FANTÁSTICO!

Fonte: Bengala Mágica https://www.facebook.com/pg/associacaobengalamagica/posts/?ref=page_internal

Descrição das fotografias: Momentos de apresentação da Associação e do Projeto e explicitação do modelo háptico, dinamizados por Dídia Lourenço, da Direção da Bengala Mágica e Inês Marques do CAIPDV; a vista geral da sala de aula com os alunos nos respetivos lugares com destaque para uma exposição de vários livros ilustrados segundo o modelo apresentado, e a exploração de dois dos livros por dois alunos.

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Curso “A criança com cegueira dos 0-6 anos”

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Divulgamos o curso “A criança com cegueira dos 0-6 anos”:

 

DETALHES DO CURSO:

FORMADORAS:
» Inês Marques (1)
» Patrícia Valério (2)
» Viviana Ferreira (3)

(1) Mestre em Ciências da Educação na área de especialização em Educação Social e Intervenção Comunitária é Educadora Social da equipa técnica do Centro de Apoio à Intervenção Precoce na Deficiência Visual (CAIPDV / ANIP) desde 2009. Integra o Projeto OLEC (Oficina de Literacia Emergente para a Cegueira) desde 2014.

(2) Assistente Social da equipa técnica do Centro de Apoio à Intervenção Precoce na Deficiência Visual (CAIPDV / ANIP) desde 2009. Integra o Projeto OLEC (Oficina de Literacia Emergente para a Cegueira) desde 2014.

(3) Mestre em Psicologia do Desenvolvimento e detentora de formação profissional e académica em áreas diversificadas e experiência profissional na área da Intervenção Precoce e da Deficiência Visual. Diretora Técnica do Centro de Apoio à Intervenção Precoce na Deficiência Visual (ANIP-Associação Nacional de Intervenção Precoce).

DATAS: 17 e 18 – maio – 2019
DURAÇÃO: 15 horas
HORÁRIO:
09h30 – 13h | 14h – 18h00 > 6ª-feira
09h00 – 13h | 14h – 17h30 > sábado

LOCAL: Sala de Formação da ANIP – Praceta Pe. José Anchieta, Lote 5, R/ch, Fração C, 3000-319 COIMBRA
Coordenadas GPS: 40º21’65.546”N | 8º42’37.047”W

DESTINATÁRIOS:
Docentes de educação pré-escolar/educadores de infância, docentes de educação especial e do ensino básico e outros a exercerem funções na área da deficiência visual ou com interesse na temática, pais e familiares de crianças com DV.

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INSCRIÇÕES & INFORMAÇÕES: formacao@anip.net
> Associados da ANIP – 65€
> Não Associados – 80€
Desconto de 5% para Grupos de 2 ou mais profissionais.

INSCRIÇÕES LIMITADAS a 25 formandos.
Data limite de inscrição: 10 – maio – 2019
Critérios de seleção: Número de ordem de receção da inscrição.
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INTRODUÇÃO:
As crianças com diagnóstico de cegueira integram muitas especificidades ao nível do seu desenvolvimento e aprendizagem, motivadas por um contexto percetivo diferenciado e uma maneira díspar de compreender o mundo e integrar novas aprendizagens.

Considerando o sistema educativo vigente, que privilegia o modelo inclusivo, urge ver garantidos os direitos e todas as oportunidades de aprendizagem de crianças com cegueira. No entanto, existe uma grande lacuna ao nível da formação e informação de profissionais e famílias. Acresce, ainda, o facto de estas crianças terem um outro código de leitura e escrita diferenciado – o braille. Estes profissionais contestam, frequentemente, a ausência de informação sobre a didática do braille e de materiais que possam apoiar o ensino deste código.

Face ao exposto, é premente realizar a ação de formação “A Criança com Cegueira dos 0 aos 6 anos”, de modo a colmatar as necessidades de formação sentidas pelos profissionais e famílias que são responsáveis pela educação, participação e plena cidadania destas crianças.

OBJETIVO GERAL:
Dotar os formandos de conhecimentos e competências essenciais para o desenvolvimento da intervenção com crianças com cegueira na faixa etária dos 0 aos 6 anos, para dar resposta às suas especificidades educativas.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
– Conhecer as implicações da cegueira no desenvolvimento da criança;
– Conhecer os instrumentos de avaliação disponíveis para a avaliação da criança com cegueira;
– Conhecer estratégias de intervenção a desenvolver com a criança com cegueira;
– Conceber adaptações específicas considerando o contexto percetivo da criança com cegueira.

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS:
Módulo I: Cegueira: números e causas
Módulo II: A criança para além da cegueira: a individualidade da criança e o seu contexto percetivo
Módulo III: O desenvolvimento da criança com cegueira
Módulo IV: Avaliação e intervenção
Módulo V: Estratégias de intervenção
Módulo VI: Adaptação de materiais de apoio à Literacia Emergente

METODOLOGIAS DE FORMAÇÃO E AVALIAÇÃO:
Privilegiar-se-á o uso de metodologias participativas e dinâmicas que valorizem a aprendizagem e o desenvolvimento pessoal: método interativo e expositivo. Para tal recorrer-se-á, ao visionamento de vídeos, diapositivos e fotos, que servirão para a análise e discussão de casos pelos formandos.
Pretende-se com esta metodologia criar um espaço que privilegie: a partilha de conhecimentos, experiências e ideias, a reflexão e readequação de formas de atuação, a análise e discussão de casos e as dinâmicas de grupos.
A avaliação da formação será contínua, tendo por base os seguintes critérios: participação, motivação, espírito crítico, assiduidade, pontualidade, exercícios práticos realizados em grupo e/ou individualmente, entre outros.

INSCREVA-SE!

Ciclo de Leitura em Voz Alta: Obrigadas!

A leitura em voz alta é uma estratégia de estímulo do prazer de ler, que deve constituir um hábito diário desde as idades precoces.

Na OLEC – Oficina de Literacia Emergente para a Cegueira – temos promovido esta estratégia, estimulando os principais cuidadores de crianças com cegueira a lerem em voz alta desde o berço, introduzindo no dia-a-dia a escrita e leitura em braille.

Obrigada a todas as famílias e profissionais que celebraram connosco o Dia Mundial da Leitura em Voz Alta, respondendo ao desafio do PNL2027. 

A nossa participação e as iniciativas desenvolvidas por todo o país, estão registadas aqui .

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Vídeos: 

 

Continuem a estimular o prazer pela leitura braille!

Desafio: Leitura em voz alta

Caros pais, amigos e leitores!

Na Oficina de Literacia Emergente para a Cegueira temos proclamado, em voz bem alta, a importância da leitura para o processo de Literacia de crianças com cegueira.
No próximo dia 01 de Fevereiro comemora-se o dia da Leitura em Voz Alta e queríamos muito que as famílias que acompanhamos o marcassem com a sua voz.
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Descrição da fotografia: Cartaz Dia Mundial da Leitura em Voz Alta PNL2027 – figura feminina segura em megafone feito de livros.

DESAFIO:
Ciclo de leitura em voz alta de pais para filhos (crianças com cegueira), a decorrer no dia 1 de fevereiro entre as 17h e as 22h.
– É muito simples: só têm de ler para o/a vosso/a filho/a o poema que seleccionámos para vós. Não vai ocupar-vos mais de 5 minutos. O poema chegar-vos-à via CTT, em breve.
– Registo do momento em vídeo ou áudio, em formato MP3, para divulgação de participação ao PNL2027. Envio do vídeo da leitura para caipdv@gmail.com.
O poema eleito:
Participem!!
Aguardamos com expectativa pelas vossas vozes!

 

“Hinos ao livro braille” no seminário “O Livro Braille – Linhas e Pontos na Era Digital”

No passado dia 11 de Janeiro de 2019, a equipa CAIPDV – OLEC esteve representada no seminário “O Livro Braille – Linhas e Pontos na Era Digital”, no âmbito das comemorações do dia do braille.

Um seminário que muito nos honrou  participar, pela partilha gerada entre instituições e pessoas com reconhecido mérito nas práticas relacionadas com a  promoção do braille.

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Foi com entusiasmo que ouvimos “hinos ao livro braille”, reforçando a premissa da sua soberania, ainda que, numa era onde o “digital” se impõe.

A equipa do CAIPDV – OLEC partilhou a sua experiência com o livro tátil ilustrado com crianças com cegueira dos 0 aos 6 anos. Explanaram-se as potencialidades do livro infantil/álbum ilustrado para as crianças desta faixa etária e confrontou-se o auditório com a problemática na criação de ilustrações táteis.

O modelo háptico foi sumariamente explanado como potencialidade na construção de ilustrações táteis mais significativas para pessoas com deficiência visual, confrontando-o com perspetivas que atendem às representações visuais.

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Descrição da fotografia: Painel 2 “As potencialidades do livro braille”.

Transportou-se o auditório para o contexto natural das crianças que acompanhamos, onde através de 2 livros táteis ilustrados, se exemplificaram práticas e potencialidades dos mesmos no processo de literacia destas crianças e pares.

Defendeu-se a introdução destes recursos precocemente, pelos benefícios lúdicos e pelo reforço das competências de pré-leitura e escrita.

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Descrição da fotografia: Painel 2 “As potencialidades do livro braille”

Estamos certas que os pintores das ilustrações hápticas roubam as sensações do mundo… sensações partilhadas por pessoas cegas e normovisuais…porque todos sentimos…

Parece que esses pintores, as multiplicam nos livros, convidando todos a apreciar a beleza do mundo, pelo toque, que em parelha com a escuta da palavra, nos permite um vai-e-vem afinado entre representação e realidade.

Deixamos o desafio: que se continuem a colocar nos livros as sensações do mundo!

Carta ao Pai Natal – Iniciativa ACAPO

Divulgamos iniciativa promovida pela ACAPO, com uma mãozinha do Pai Natal!

Crianças, não deixem de escrever as vossas cartas!

Os conhecimentos de Braille do Pai Natal estão cada vez melhores e chegada esta altura do ano ele quer pô-los em prática.

Se tens deficiência visual, idade até aos 12 anos, e tal como ele sabes escrever em Braille, ajuda-o a treinar.

Temos uma ideia! Quando lhe escreveres diz-lhe qual foi o melhor momento que viveste em 2018 e porquê.

Queremos muito receber a tua carta, de preferência em Braille, ou então para o e-mail painatal@acapo.pt, até ao dia 21 de dezembro.

Ah! Não te esqueças de nos dizer a tua morada, pois o Pai Natal gosta sempre de enviar uma pequena lembrança.

Um abraço (nosso e do Pai Natal).

 

A morada do Pai Natal:

A/C Pai Natal

ACAPO

Av. D Carlos I, 126. 9.º andar

1200-651 Lisboa

Fonte: http://www.acapo.pt/noticias/carta-do-pai-natal-em-braille

Ateliê de Pais – Construir Livros Pequeno Formato

No post anterior, divulgámos a preparação do primeiro atelier 2018/2019. Hoje, partilhamos com os nossos leitores alguns dos momentos vividos neste espaço de boas partilhas, que teve lugar no passado dia 30 de Setembro.

Neste ateliê, pais de crianças com deficiência visual grave, trabalharam em livros táteis de pequeno formato. Reflectiu-se sobre todo o processo de construção: desde o surgimento da ideia, à construção da narrativa e da ilustração e respectiva operacionalização.

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Descrição da fotografia: Plano da mesa de trabalho: sobre a mesa, apontamentos sobre a construção de livros táteis, máquina braille, livros táteis. 

Sabe-se que livros de pequeno formato facilitam a manipulação de crianças com cegueira, uma vez que estes tamanhos são mais indicados para as mãos ainda pequenas dos nossos pré-leitores. Estes livros foram feitos com pegas de cozinha para facilitar o processo de construção da estrutura em tecido do livro. Livros em tecido são, também, indicados para crianças pequenas, por serem mais resistentes e amigáveis à manipulação (sem bicos, maleáveis, agradáveis ao toque).

Os pais presentes optaram por 2 livros distintos, ambos muito ricos em mecanismos manipulativos, para a exploração da criança:

  • Um livro jogo que incentiva a criança a contar, funcionando como um ábaco, onde a criança, a cada página, tem de conduzir missangas através de um cordel;
  • Um livro experiência, baseado na rotina matinal e na chegada à escola, rico na integração de múltiplos aspectos manipulativo e sensoriais e remetendo para as experiências da própria criança.

Agradecemos a presença dos pais e crianças presentes. Até breve!

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Descrição da fotografia: Foto de grupo dos participantes. 

Pais, sugestões para um próximo encontro?

Atelier de Pais

No passado dia 16 de Junho de 2018 aconteceu o  3º e último atelier de pais deste ano lectivo. Para este encontro organizamos algo mais descontraído para fecharmos o ano

cheios de energia e boa disposição.

As atividades tiveram lugar no  Parque Verde do Mondego e divertimo-nos com um caça ao tesouro, um belo almoço partilhado, passeios de bicicleta e patins, boas conversas, gargalhadas e, ainda, voltas e reviravoltas em Kayaks.

Foi um dia muito especial para todos: novas famílias chegaram, despedimo-nos dos “nossos” finalistas e desejamos-lhes felizes voos.

Como já vem sendo habitual um dia muito bem passado e cheio de partilhas.

Até breve!

 

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Grupo que participou no Atelier

Os “nossos” quatro finalistas: a Gabriela, a Vitória, o Duarte e a Eva.

Obrigada!

Enquanto elementos do projeto OLEC temos também como missão divulgar informação útil, que coloque vários públicos em reflexão sobre a importância da acessibilidade de livros e outros materiais gráficos a crianças com cegueira.

Consideramos de todo relevante que livreiros, escritores, ilustradores, designers e outros artistas tenham acesso a informação pertinente para a compreensão do contexto perceptivo na cegueira e a implicação que esta diferente leitura do mundo tem na leitura tátil.

Desafiadas pela Professora Fernanda Antunes, que ministra a disciplina de Ilustração no  Curso de Design da ESEC (Escola Superior de Educação de Coimbra), no passado Dezembro de 2016, realizámos uma apresentação sobre a acessibilidade do álbum tátil ilustrado, motivando futuros designers a pensarem em soluções que incluíssem plenamente crianças com cegueira.

Recentemente, tivemos uma agradável surpresa… Álbuns táteis ilustrados concebidos e construídos por estes alunos e, gentilmente, cedidos à OLEC. MUITO OBRIGADA!

Expressamos a nossa alegria por constatarmos que a articulação entre domínios tão diferenciados – a especificidade da cegueira e a especificidade de conteúdos gráficos/artísticos – podem acrescentar valor à inclusão e direito à plena educação  de crianças com cegueira.

Continuamos a caminhar em direcção à ilustração tátil baseada no modelo háptico. Obrigada pelo vosso contributo!

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Participação na Semana da Leitura

No passado dia 20 de Março, a equipa do CAIPDV esteve presente nas comemorações da Semana da Leitura do Agrupamento de Escolas de Miranda do Corvo, com o objectivo de sensibilizar as crianças do 1º CEB do Centro Escolar de Miranda do Corvo para a acessibilidade do livro e da leitura para crianças com cegueira.

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Descrição da fotografia: Equipa do CAIPDV, da esquerda para a direita: Diane Gouveia, Cristina Lopes, Inês Marques, Rita Ângelo, Patrícia Valério.

Como lêem crianças com cegueira? Com que recursos? Há muitos livros acessíveis a estas crianças? Poucos? Como se constroem livros verdadeiramente acessíveis? Estas e outras questões foram debatidas com as crianças presentes.

A componente da ilustração tátil (háptica) foi apresentada como componente essencial ao processo de leitura de crianças em idade pré-escolar… uma idade em que se lêem mais as imagens/ilustrações do que as letras.

Através do processo de mediação de leitura do livro tátil ilustrado “O que vês, o que vejo…”, fomos mais longe, procurando que as crianças desfrutassem, também elas, de um contexto perceptivo diferenciado.

De olhos fechados, ouviram o mar…evocaram memórias, para além das visuais… o cheiro da maresia, a memória da água fria… sentiram o movimento das ondas e o picar das agulhas dos pinheiros.

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Descrição da fotografia: Crianças exploram ilustração tátil representativa do mar (podem sentir o movimento da água, das ondas).

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Descrição da fotografia: Crianças exploram ilustração tátil dos pinheiros (podem sentir o picar das agulhas).

Ouviram o som do coração e accionaram-no no livro…

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Descrição da fotografia: Crianças exploram ilustração tátil do coração (podem accionar mecanismo representativo do bater do coração).

Por fim, apresentámos os “6 pontos a dançar”, que deixam sempre “um rasto de contos elevados, para dedos afinados poderem sonhar”… O braille fez a delícia de pequenos e graúdos: explicámos o seu funcionamento e a escrita na  máquina de  braille; reflectindo sobre o papel essencial que este código de escrita tem na educação de crianças com cegueira.

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Descrição da fotografia: Equipa apresenta o código braille.

Foi com alegria que percebemos a curiosidade das crianças e receptividade de professores.

Agradecemos o convite e desafio que nos foi lançado e o precioso acolhimento que tivemos nesta escola.

Muito gratas! Um abraço da equipa!

Ler artigo do Agrupamento de Escolas de Miranda do Corvo ““O QUE VÊS, O QUE VEJO…”, UMA NARRATIVA ILUSTRADA PARA CRIANÇAS QUE NÃO VEEM E NÃO SÓ! 

Dia Internacional do Livro Infantil

E mais um ano celebramos o Dia Internacional do Livro Infantil, com o desejo que, cada vez mais, aumentem e se diversifiquem os livros táteis ilustrados acessíveis a crianças com cegueira.

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Cartaz que assinala o Dia Internacional do Livro Infantil, da responsabilidade da DGLAB (ilustração de Fátima Afonso).

 

A mensagem do IBBY internacional, este ano da responsabilidade da Letónia, consta de um texto da escritora INESE ZANDERE, e de um cartaz do ilustrador Reinis Petersons. Pode ser encontrada em http://www.ibby.org/awards-activities/activities/international-childrens-book-day/icbd-2018/?L=0

Boas leituras!

Les Doigts Qui Rêvent Premiada

Foi com alegria que recebemos a notícia que a Editora Les Doigts qui Rêvent foi mais uma vez reconhecida com o   Prémio de Promoção da Leitura 2018 IBBY-Asahi. 

O Prémio Promoção da Leitura IBBY-Asahi foi criado em 1986.  A cada dois anos é concedido um prémio a um grupo ou instituição que desenvolva atividades de significativa contribuição para a promoção da leitura entre crianças e jovens. O vencedor é escolhido entre projetos indicados por seções nacionais IBBY de todo o mundo.

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A Les Doigts Qui rêvent (LDQR) foi criada em 1993 como uma resposta à total falta de  livros táteis ilustrados para crianças com deficiência visual em França, Europa e no mundo.

Um dos objetivos da LDQR é sensibilizar pais, professores, educadores, ilustradores e outros profissionais para a importância dos livros táteis ilustrados e incentivar a  sua criação, preservando a estética e a acessibilidade do suporte. Outro importante objetivo é incentivar a inclusão de crianças com cegueira nas escolas regulares através da dinamização de workshops, bem como a investigação como geradora de conhecimento que envolva o crescendo das práticas de construção destes livros. 

Há 24 anos que a LDQR tem sido fundamental para aumentar a qualidade e quantidade de livros táteis ilustrados em todo o mundo e assim melhorar o acesso aos livros e à leitura.

Para quem contactou de perto com esta editora é, mais uma vez, com enorme alegria que vemos reconhecido o trabalho fabuloso desta equipa, que tem permitido tantos dedos sonhar.

Parabéns! Um enorme abraço de Portugal!

Ateliê de Pais – Linguagem

No passado dia 17 de fevereiro aconteceu em Coimbra mais um Ateliê de Pais para a promoção da literacia emergente na cegueira. Tal como no ateliê anterior, o local escolhido foi a Creche e Jardim de Infância da ANIP, junto às instalações da Maternidade Bissaya Barreto.

Neste dia o tema foi a Linguagem na Cegueira. A partilha dos pais foi muito rica e foi possível refletir sobre as especificidades linguísticas das crianças com cegueira.

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Descrição das fotografias: Grupo de pais durante a partilha sobre linguagem

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Descrição da fotografia: As crianças a brincar 

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Descrição da fotografia: O grupo de pais

 

Seminário “Literacia Braille no Século XXI”, a 4 de Janeiro de 2018

Para começar o ano a refletir sobre o papel do braille na atualidade, está a ser organizado um seminário que passamos a divulgar:

“Literacia Braille no Século XXI”, a decorrer na Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Instituto Politécnico de Leiria, no próximo dia 4 de janeiro de 2018. Os objetivos deste seminário são:
– Assinalar o dia mundial do braille 2018;
– Promover a reflexão sobre o ensino/aprendizagem do braille e suas grafias; e
– Refletir sobre a importância do braille na construção da identidade das pessoas cegas e com baixa visão.

Para aceder ao programa e realizar inscrição, consulte a página do INR, aqui.

Descarregar programa em pdf, Programa_Seminario_Braille.

A ANIP – CAIPDV estarão representadas neste seminário com uma comunicação que dará destaque à experiência de trabalho da equipa na promoção da literacia de crianças com cegueira, na faixa etária da intervenção precoce. Destacar-se-á, inevitavelmente, o papel da Oficina de Literacia Emergente para Crianças com Cegueira.

Atelier Pais & Profissionais: Trabalho em equipa pela literacia emergente

No passado dia 11 de novembro decorreu em Coimbra mais um atelier para famílias com crianças com cegueira. A estes juntaram-se os profissionais que as acompanham, numa verdadeira sessão de trabalho em equipa em prol da literacia emergente. Neste espaço conceberam-se e construíram-se livros, jogos sensoriais, placas de identificação, calendários de rotinas e muito mais.

Enquanto membros da equipa do CAIPDV (Centro de Apoio à Intervenção Precoce na Deficiência Visual) foi um enorme gosto promover esta iniciativa e usufruir da partilha gerada…uma partilha profissional mas também uma partilha da dimensão dos afectos e das relações entre pessoas.

A todos,  muito obrigadas e até breve!

 

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Foto de grupo do Atelier

“O que vês, o que vejo…”, álbum tátil ilustrado em versão audio

Muitos são aqueles/as que nos têm solicitado o álbum tátil ilustrado “O que vês, o que vejo…”, infelizmente não conseguimos satisfazer todos os interessados/as pelo número limitado de edições deste livro (100 exemplares) que, felizmente, o que é  paradoxal, esgotou rapidamente. Entretanto, trabalhamos para angariar financiamento para a reedição deste livro e, quem sabe, editar outros títulos.

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Descrição da fotografia: Capa do Livro “O que vês, o que vejo…” (edição ANIP, texto Inês Marques, Ilustração Madalena Moniz).

A presente publicação tem como intuito dar a conhecer a versão audio deste livro, um projeto que teve a preciosa colaboração da Câmara Municipal de Coimbra, Serviço de Leitura Especial para Deficientes Visuais, da Biblioteca Municipal de Coimbra. A leitura foi realizada por Maria José Pessoa com o  apoio técnico de Emanuel Laça.

À Câmara Municipal de Coimbra, na entidade do Serviço de Leitura Especial para Deficientes Visuais, da Biblioteca Municipal de Coimbra, muito agradecemos. 

 

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Para aceder às versões audio, clique abaixo:

  1. Ficha Técnica e Sinopse “O que vês, o que Vejo…”
  2. Texto “O que vês, o que vejo…”
  3. Conclusão, agradecimentos, segurança.

Boa escuta! Deixe-se levar pela pluralidade das sensações, pela riqueza do diverso… Temos a certeza que será um óptimo ENCONTRO!

1º Encontro Nacional de Pais, Familiares e Amigos de Crianças, Jovens e Adultos Cegos e com Baixa Visão

Caros leitores, hoje divulgamos o 1º Encontro Nacional de Pais, Familiares e Amigos de Crianças, Jovens e Adultos Cegos e com Baixa Visão, a decorrer a 17 de Junho, pelas 15.30, em Lisboa (junto ao Largo do Rato).

Pode ler-se, no facebook da Bengala Cor de Rosa:

É com muito gosto que anunciamos o nosso primeiro encontro!

Pretendemos, na 1ª parte deste evento, anunciar um projeto na área da Deficiência Visual e recolher os vossos contributos e sugestões para a prossecução do mesmo.
Na 2ª parte do encontro, teremos um momento de convívio com um lanche partilhado, para o qual pedimos a vossa colaboração com um doce/salgado ou bebida…

Teremos animação para as crianças.

Agradecemos confirmação da vossa presença (até ao dia 15 de junho) para:

bengalacorderosa@gmail.com

com indicações dos nomes dos participantes, idades, e qualidade em que se inscrevem (pai, mãe, amigo, etc).

Pedimos também o favor de partilharem este evento, para que consigamos chegar ao maior número de pessoas.

Podem consultar a localização do colégio alegria, em:

http://www.colegioalegria.pt/contactos/

Contamos com todos, até lá!

Atelier de Pais: Pré-Braille

No passado dia 03 de Junho aconteceu mais um atelier de pais, sob o tema pré-braille. Esta foi a primeira parte da exposição deste tema, um tema que se revela essencial na vida das crianças com cegueira. No próximo atelier, os pais terão oportunidade de experimentar a construção de materiais neste domínio.

Neste atelier, o nosso grupo cresceu e juntaram-se a nós mais duas famílias, a da Carlota e do Pedro. Bem-Vindas!

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Descrição da fotografia: Grupo de pais no atelier pré-braille.

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Descrição da fotografia: Vitória e Vicente a brincarem.

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Descrição da fotografia: Crianças – Gabriela, Vitória, Vicente, Duarte, Pedro, Carlota, Joana – ouvem história em voz alta “Maruxa” (editora OQO).

Para nós, mais um momento de importantes partilhas! Obrigada, famílias! E até breve!

 

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Descrição da fotografia: Foto de grupo do atelier de pais.

Atelier: Adaptação de Jogos

E é com orgulho que partilhamos convosco pequenos momentos de mais um atelier realizado com pais de crianças com cegueira ou défice visual grave, este sob a temática da adaptação de jogos.

Um dia de trabalho, onde os pais colocaram ideias em prática para tornar jogos mais acessíveis aos seus filhos.

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Um dia de amizade, boa disposição e união! Um dia de (re)ENCONTROS 🙂

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Obrigada Famílias!

Até breve.

Comemoração 2 Anos Blog OLEC

Entre crianças e famílias… 

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À roda de uma história… 

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Aconchegados(as) pelo calor da partilha…

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Sempre de braços esticados,

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 prontos(as) para despertar sensações…

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… e ternura.

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Na OLEC percorremos vários caminhos…Encontramo-nos com vários rostos, várias vidas… E isso, tem sido o mais bonito do caminho trilhado.

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Na OLEC somos uma casa cheia de gente, cheia de histórias, sorrisos e união!

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Um brinde aos nossos 2 anos de blog!

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Um agradecimento especial a todos os nossos seguidores e amigos. A todas as pessoas que participam nesta rede, dando-lhe sentido e prosperidade!

Famílias e crianças, um obrigada especial.

Bem-Vindas: Voluntariado na OLEC

Na OLEC gostamos de contar histórias e contar com pessoas que, com a sua generosidade, querem ajudar-nos  a construir este projeto.

É com muita alegria que partilhamos que teremos a colaborar connosco a Ana Matos e a Lúcia Fialho, em regime de voluntariado. Chegaram cheias de ideias e com muita vontade de contribuir para a construção de mais livros e materiais.

Contamos muito com elas… Obrigada e BEM-Vindas, Ana e Lúcia!

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Descrição da fotografia: Da esquerda para a direita: Rita Ângelo, Ana Matos, Patrícia Valério, Helena Mamede, Inês Marques, Lúcia Fialho.

Muito Obrigada, Hipopómatos!

Hipopómatos na Lua, conhecem? São um Blogue, uma Casa do Chá e da Leitura, uma Livraria…Dizem que viajam através do único meio capaz de nos levar a qualquer lado, o LIVRO. Pretendem dar-nos uma boleia…

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E que boleia nos têm dado…Inspiram-nos com a beleza com que falam de livros e histórias…e agora, associaram-se ao CAIPDV  numa Campanha de Recolha de Livros Infantis para crianças com cegueira. Muito obrigada, Hipopómatos!

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Para que TODAS as Crianças sejam CRIANÇAS DE LIVROS!

Afetos e Literacia Emergente

Hoje tivemos um dia em cheio num jardim-de-infância. Um dia bem docinho, cheio de abracinhos, e muitos beijinhos… Tudo para celebrar os afetos, o amor, a amizade e tudo aquilo que cada um, e cada criança, entende como o Dia dos Namorados.

Como já é habitual levámos uma história: Caracol e Caracola (OQO Editora), adaptada pela equipa OLEC. A história de um Caracol que se sente escuro e sem brilho até que a Caracola lhe diz que ele é bonito. Com os seus pauzinhos ao sol, anda que anda, fala que fala, descobrem juntos aquilo que significa a amizade. Uma história repleta de ternura, que todos apreciámos!

Num artigo futuro, abordaremos o processo de construção das ilustrações táteis. Para já, algumas fotografias que retratam a exploração da história no jardim-de-infância.

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No final da história, modelamos plasticina e construímos Caracóis e Caracolas e, claro, corações.

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Neste dia, tivemos, ainda, a oportunidade de conhecer uma interessante ferramenta de trabalho para desenvolver a acuidade tátil, seguimento de linhas, posicionamento das mãos, entre outras competências, concebida e realizada pela Professora Alice Liberto (Especializada no domínio da Visão – Agrupamento de Escolas Grão Vasco de Viseu).

Um livrinho cheio de surpresas… só desvendadas por dedos curiosos, dispostos a deslizar e seguir… Mas para entrar nesta fantástica aventura é preciso bater à porta, ou tocar à campainha…”Truz, truz”, “Posso entrar?”… Destrancamos a porta com a chave do coração e… páginas e páginas de surpresas coloridas, com relevos positivos e negativos. Surpresas que aguçam a vontade de seguir e a imaginação.

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Algumas das páginas deste livrinho:

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Caros leitores, afetos e literacia emergente combinam muito bem! Que este namoro seja todos os dias.

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“O Que Vês, O Que Vejo…” na It’s a Book

É tão bom pensarmos que o livro “O que vês, o que vejo…”  percorre tantas mãos, tantas prateleiras e o imaginário de tantos  miúdos e graúdos…

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Página do livro “O que vês, o que vejo…” (texto Inês Marques, ilustrações Madalena Moniz, edição ANIP).

E é com muito orgulho que partilhamos que um dos exemplares deste livro está disponível, para consulta, na  It’s a Book.

Se não teve oportunidade de conhecer o livro, e se encontra pela zona de Lisboa, não deixe de  o consultar neste espaço fantástico. Vale muito a pena a visita a esta livraria e oficina!14581374_218214661928336_7611368813163838674_n

Sobre a It’s a Book: 

Este projecto ambiciona ser um espaço de reflexão sobre o universo do livro infantil, questionando as suas fronteiras e apresentando-se como um lugar de descoberta e aprendizagem. 

A It’s a Book oferece uma selecção criteriosa de livros infantis provenientes de editores nacionais e internacionais. Os livros pertencentes a esta selecção destacam-se pelas suas qualidades conceptuais, artísticas e didáticas. Dando também lugar a editoras independentes e a edições de autor.

In: It’s a Book

“It’s a Book”, obrigada pelo interesse e divulgação deste projeto  🙂

“O que vês, o que vejo…” no programa “Faz Sentido” da SIC Mulher

Tivemos o prazer de divulgar o álbum tátil ilustrado “O que vês, o que vejo…” no programa “Faz Sentido” da SIC Mulher.

Ver vídeo aqui.

Este livro teve uma enorme equipa de bastidores, à qual dirigimos o nosso profundo agradecimento: Os Malmequeres, Gang da Malha de Pombal, Lusitânia Seguros, Amílcar & Morgado, BOMOR, Les Doigts Qui Rêvent, Prémio BPI Capacitar 2014, Inês Ladeiras, Catarina Francisco, Luísa Carvalho, Joana Carvalho, Sílvia Pinto, Rita Silva, Anabela Antunes, Madalena Moniz, Inês Marques, Helena Mamede, Patrícia Valério, Rita Ângelo, Viviana Ferreira, FAMÍLIAS e CRIANÇAS.

O sucesso deste projeto é de todos nós!!

Agradecemos, também, a todos aqueles que têm demonstrado interesse por este livro.

Dia Mundial do Braille

Assinala-se, hoje, dia 04 de Janeiro de 2017, o Dia Mundial do Braille. Uma data de extrema importância que reitera os valores da igualdade de oportunidades e do direito à educação.

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Hoje eles são os protagonistas…

“Seis pontos a dançar ao som de uma música de pontos combinados,

deixam um rasto de contos elevados,

para dedos afinados poderem sonhar.

Entre cócegas nos dedos,

consigo imaginar que se os deixasse escapar,

esses pontos ardilosos,

da folha para o céu a voar,

formavam constelações

de contos encantados,

ou de contos assombrados! (…)”

In: O que vês, o que vejo…

Que dedos afinados possam sempre sonhar!

OLEC: novas instalações

A OLEC é a nossa “casa de livros”… um espaço de trabalho, por nós, muito prezado. É aqui que guardamos os nossos tesouros e imprimimos significados, através do braille e da componente tátil e sensorial, incluída em livros e outros materiais promotores da literacia emergente de crianças com cegueira.

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Descrição da ilustração: Abrigo construído por livros onde criança espreita, ilustração de Anna Forlati, em “I libri di Maliq”.

E agora temos casa nova. Podem encontrar-nos em:

Av. Afonso Romão – Hospital Pediátrico de Coimbra (Piso 0) 3000-602 COIMBRA

Se tiverem interesse em visitar-nos enviem e-mail caipdv@anip.net ou 965 224 961.

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Descrição da fotografia: Novas instalações da OLEC (sala vista de fora).

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Descrição da fotografia: Novas instalações da OLEC (interior da sala). Equipa em processo de trabalho.

“O que vês, o que vejo…” é notícia no Público

“O que vês, o que vejo…” é notícia no Jornal Público. Não deixem de ler: “Era uma vez… um livro para as crianças que não vêem”, por Bárbara Duarte Mota.

Ver notícia aqui.

O papel ganha vida e formas. A conversa sai das folhas para as mãos. É assim que o primeiro livro multissensorial consegue dar às crianças com deficiência visual que não saibam ler em braille a oportunidade de conhecer a história que nestas páginas é contada.

Público, 03. Dez. 16

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“Com o tempo”. A Literacia Emergente nos Contextos Naturais

Hoje apresentamos um resumo do 3º Painel das V Jornadas Deficiência Visual & Intervenção Precoce – Literacia Emergente para a Cegueira.

“Com o tempo”. A literacia Emergente nos contextos naturais

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Descrição da fotografia: Capa do livro “Com o Tempo”, editora Planeta Tangerina. 

O painel foi introduzido com a leitura de um texto, interpretado por Patrícia Valério, elemento da equipa do CAIPDV:

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Descrição da fotografia: Patrícia Valério a ler texto de introdução do Painel 3. 

Ouvia-se:

Neste último painel tivemos por referência o livro Com o Tempo de Isabel Minhós Martins e Madalena Matoso.

Que tempo tão privilegiado… o de agora, o de hoje, onde debatemos a literacia emergente, no tempo em que as nossas crianças ainda dela podem usufruir…

Que tempo tão privilegiado é o delas, é o de ser criança, é o de viver a infância, entre risos e gargalhadas, brincadeiras inusitadas, sem pressa de carregar o tempo, com o peso de quem tem de o deter.

Mas o tempo não pára, passa apenas, nós acompanhamo-lo, e com ele agimos, crescemos, mudamos, transformamos…

Com o tempo,

“Um passeio pode transformar-se numa viagem/ um carreiro, de tão pisado, numa estrada.”

“O difícil torna-se fácil.”

Hoje é o tempo dos nossos protagonistas: pais, crianças, educadores e professores, que fazem da viagem da literacia um tempo bom, um tempo próspero… um importante tempo ganho em prol da Educação e da Igualdade de Oportunidades.

Hoje é a hora, é este o tempo, que não o percamos, que não o deixemos escapar…

“Com o tempo, conseguimos ver o tempo” … iremos recordar este tempo e vai ser bom!

Assim começava o painel 3, com moderação de Catarina Paiva, Oftalmologista Pediátrica, responsável pela Consulta de Baixa Visão do Hospital Pediátrico de Coimbra.

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Descrição da fotografia: Mesa painel 3: da esquerda para a direita Gilberto Baptista, Susana Pereira, Dr.ª Catarina Paiva, Paula Silva e Alice Henriques. 

Para partilharem a grande aventura que é trazer a literacia para os contextos naturais da criança contámos com a experiência das Educadoras Alice Henriques, Educadora de Infância da ELI de Tondela,  e Paula Silva, Educadora de Infância titular de sala de uma criança com cegueira legal, a frequentar o jardim-de-infância da Santa Casa da Misericórdia de Tondela.

Estas profissionais partilharam com o auditório o muito que as histórias nos permitem trabalhar. Através das histórias: “A lagartinha muito comilona” (editora Kalandraka), “Sopa de Nada” (OQO editora) e “Ainda nada?” (editora Kalandraka), estas educadoras desenvolveram um trabalho de acesso ao livro adaptado, onde não faltaram atividades completares de experiências  nos contextos naturais, que ajudaram as crianças a melhor compreenderem as narrativas e a desenvolverem conceitos (ida à frutaria, exploração e compra de legumes, confecção de uma sopa, exploração das várias fases de crescimento de uma borboleta, entre outras).

A mesa não estaria completa sem o olhar daqueles que das histórias usufruem e que ao sabor delas crescem. E quem melhor do que os pais para representarem as suas crianças?!

Susana Pereira e Gilberto Baptista, em representação do grupo de pais envolvidos no projeto OLEC,  conduziram-nos nesta viagem repleta de sentidos, onde partilharam com o auditório a forma como desenvolvem com os filhos competências inerentes ao processo de literacia emergente: promovendo o conhecimento do mundo por todos os sentidos, descrevendo objetos e situações do dia a dia, usando o maior número de recursos tácteis, auditivos e olfativos, contando histórias… Os pais retrataram, ainda, os desafios inerentes a este trabalho, em muito relacionados com a escassez de recursos e o facto dos existentes serem muito dispendiosos… No mesmo plano retrataram o ganho que sentem perspectivando a educação das suas crianças.

Não menos importante, a perspectiva das Crianças expressa na vídeo-reportagem “Uma geração de crianças de livros”, baseada no livro “A child of books”, de  Oliver Jeffers e Sam Winston

Um vídeo que retratou, pela voz das crianças, o envolvimento das mesmas no mundo dos livros e da imaginação.

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Descrição da fotografia: Capa do livro “A child of books”, de Oliver Jeffers e Sam Winston. 

“Tudo é sempre outra coisa”. Ilustrações hápticas: adaptação de livros infantis para a cegueira

Hoje partilhamos um pequeno resumo do 2º Painel das V Jornadas Deficiência Visual & Intervenção Precoce – Literacia Emergente para a Cegueira.

O painel tinha início com a voz de Joana Carvalho, antiga colaboradora da ANIP e grande amiga da OLEC, com a leitura do seguinte texto:

Lembramo-nos que poderia ser uma coisa boa, enaltecer o livro “Tudo é sempre outra coisa”, de João Pedro Mésseder e Rachel Caiano, para ilustrar este painel. Diz-nos o autor que há sempre um outro lado das coisas. Leio:

 E que lado é esse? Talvez o outro lado do que se vê, o outro lado do que se ouve, o outro lado do que se sente. Até o outro lado de cada palavra, que as palavras às vezes têm vários lados, como as coisas. Porque nem tudo é só o que parece ser. Como dizia certo poeta, tudo é sempre outra coisa…

E “Tudo é sempre outra coisa” explana um pouco a problemática da conceção de ilustrações táteis…Como criar imagens táteis fiéis, imagens que recriem aspetos de um mundo real ou de um mundo narrado, “se tudo é sempre outra coisa”, se a maneira como vejo, poderá ser diferente da maneira que vês? Como criar imagens táteis fiéis se o contexto percetivo na cegueira difere do contexto percetivo da cultura visual?

Mésseder escreve:

Os pintores roubam a beleza do mundo – embora eles digam que não, que lhes vem tudo da cabeça. Mas a verdade também é que o mundo não chega a perder essa beleza. Parece é que os pintores a multiplicam nos seus quadros. Talvez por isso, são os únicos ladrões que ninguém se importa que andem por aí, em liberdade.

Estamos certas que os pintores das ilustrações hápticas roubam as sensações do mundo… sensações partilhadas por pessoas cegas e normovisuais…porque todos sentimos…

Parece que esses pintores, as multiplicam nos livros, convidando todos a apreciar a beleza do mundo, pelo toque, que em parelha com a escuta da palavra, nos permite um vai-e-vem afinado entre representação e realidade.

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Descrição da Fotografia: Painel 2 – da esquerda para a direita: Moderadora Alice Liberto, Facilitadora na tradução Anabela Antunes, Orador Philippe Claudet. 

Assim, começava o 2º Painel, com moderação de Alice Liberto – Professora especializada no domínio da visão – Agrupamento de Escolas Grão Vasco de Viseu. Este foi um painel que situou o auditório sobre a problemática da concepção das ilustrações táteis em livros infantis.

Philippe Claudet, professor e diretor da Les doigts qui rêvent, partilhou o longo caminho percorrido por esta editora para tornar o livro acessível a todas as crianças, tornando-o num ponto de encontro entre crianças com cegueira e normovisuais. Lançou-nos o desafio de refletirmos sobre a representação de conceitos tais como a noite para alguém que nunca viu.

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Descrição da fotografia: Philippe Claudet. 

Suportado pela evidência da prática e da investigação cientifica falou-nos do modelo de ilustração háptico como meio privilegiado para transformar o livro num instrumento poderoso através do qual a criança com cegueira pode explorar experiências múltiplas do seu corpo em contato com os objetos e o meio.

Face ao modelo mais comum “ilustração visual em relevo”, as ilustrações hápticas têm-se demonstrado mais adequadas ao contexto percetivo de crianças com cegueira. O sistema percetivo háptico considera as sensações sensoriais e motoras do nosso corpo ao realizarmos ações como subir uma escada ou caminhar sobre a neve.

Por último, Philippe Claudet referiu que as crianças com cegueira se encontram ainda numa situação de grande desvantagem de oportunidades no que concerne Literacia Emergente. Referiu que “se a deficiência incide sobre o indivíduo, o handicap está dependente da sociedade” apelando para a importância do livro infantil ilustrado estar acessível a crianças com cegueira traduzindo-se num importante passo para a inclusão e igualdade de oportunidades de literacia emergente.

Lançou, por último, um desafio à comunidade científica, universidades, agentes educativos e famílias para que se criem sinergias na procura de criar cada vez respostas mais eficazes e inclusivas no processo criativo de produção de um livro que traduza uma realidade maioritariamente construída e apreendida por normovisuais, acessível aos olhos de uma criança com cegueira.

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Descrição da fotografia: Philippe Claudet. 

“A Gigantesca Pequena Coisa”. A Literacia Emergente como Direito Fundamental de Todas as Crianças

Caros leitores, apresentamos um pequeno resumo do Painel 1, das V Jornadas Deficiência Visual & Intervenção Precoce – Literacia Emergente para a Cegueira.

 “A Gigantesca Pequena Coisa”. A Literacia Emergente como Direito Fundamental de Todas as Crianças

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Descrição da fotografia: Capa do livro “A gigantesca pequena coisa”, de Beatrice Alemagna, editora Bags of Books.

O painel foi introduzido por uma leitura, interpretada por Rita Ângelo, da equipa do CAIPDV.

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Descrição da fotografia: Rita Ângelo, leitura do texto de introdução do painel I. 

Encontrámos um livro de Beatrice Alemagna que nos fala de uma “Gigantesca Pequena Coisa”… tão elementar quanto preciosa, tão pequena quanto gigantesca, tão do campo do Direito, da incontornabilidade, como tão simples, tão do presente, do dia-a-dia e do ramo das pequenas coisas…

“As pessoas encontram-na nos cheiros, nos olhares. Nos braços dos outros”

“Alguém a encontrou no meio da chuva, um minuto ou dois, no máximo. Esse minuto bastou-lhe”.

Porque ela é poderosa e alimenta. Porque ela é alimentada pelas coisas, pelas coisas do mundo, que se traduzem em palavras, em frases, em conhecimento, que se desdobra em palavra dita, em palavra escrita…

Falamos em Literacia Emergente… em literacia emergente como Direito fundamental de Todos. Um direito que se exprime na essência de conhecer, de conhecer para crescer e para fazer parte.

Trata-se do Direito à Educação, que implica que a mesma seja equitativa e que proporcione apoio ajustado e atempado a todas as crianças. Trata-se de acesso, mas também de acessibilidade.

Trata-se de conhecer o mundo pelo meio da palavra e usar a palavra para se referir ao mundo… 

Um dia…

“Um senhor já de idade encontrou-a dentro de um floco de neve, no frio que vinha de longe. Por momento, voltou a sentir-se criança”.

Que hoje nos sintamos, de novo, crianças, ao empreendermos o processo de literacia emergente.

Assim, começava o 1º Painel, com moderação de António Nogueira – Coordenador da Formação em Bibliotecas Escolares da Rede de Bibliotecas. Este foi um painel que situou o auditório sobre o domínio da literacia emergente, sobre a sua conceptualização e operacionalização.

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Painel I: Fernanda Leopoldina Viana e António Nogueira. 

Fernanda Leopoldina Viana – Professora Associada do Instituto de Educação da Universidade do Minho, tornou mais claro o conceito de literacia emergente, abordando as suas implicações no caso de crianças com cegueira. A Professora frisou a necessidade de oportunidades de aprendizagem incidental mais alargadas, a necessidade da leitura em voz alta, oportunidades de exploração tátil, descrição dos itens impressos que aparecem no meio  e a necessidade de se estar atento à construção de imagens mentais. Salientou, ainda, no plano da escrita, a  importância da escrita inventada (rabiscar, pseudo letras). Salientou  a importância de se ajudar a construir um “projeto de leitor”, que passará pela curiosidade da criança pelo mundo. Por fim, relatou-nos a importância de contacto com os livros adaptados, que sirvam de base à literacia braille.

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Descrição da fotografia: Painel I moderador e oradores em mesa e Fernanda Leopoldina Viana a realizar a sua comunicação. 

Aquilino Rodrigues – Docente Convidado da Universidade Lusófona, brindou-nos com uma comunicação intitulada de “Literacia Emergente: Uma abordagem holística”. Descreveu os sentidos da visão e do tato como sentidos diferenciadores e relevantes para a construção do contexto percetivo de pessoas cegas e normovisuais. Posteriormente, clarificou alguns princípios básicos essenciais para a construção de imagens em relevo, nomeadamente no que se refere à diminuição de níveis de detalhe e ausência da perspetiva. Numa segunda fase, apresentou a rede de suporte necessária ao processo de literacia emergente de crianças com cegueira (PAIS, sociedade, familiares, amigos, professores, terapeutas), destacando o papel dos pais. Convidou o auditório a conhecer a  revista Future Reflections (publicação da American Action Fund for Blind Children and Adults em parceria com a National Organization of Parents with Blind Children – https://nfb.org/future-reflections) e questionou a inexistência de uma associação de pais de crianças com deficiência visual.

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Descrição da fotografia: Painel I – Aquilino Rodrigues.

Inês Marques – em representação da equipa do CAIPDV – OLEC, abordou a experiência que a equipa tem desenvolvido no âmbito da literacia emergente (LE) para a cegueira nos contextos naturais. Focou a construção de recursos de apoio à  LE para crianças com cegueira, destacando a adaptação de livros táteis ilustrados (modelo háptico); a disponibilização de livros nos contextos naturais (Baús de Leitura); as visitas mensais aos contextos educativos das crianças/domicílios onde se desenvolvem ações promotoras da LE e o trabalho cooperativo com as famílias para capacitação em práticas de LE (ateliers para pais). Partilhou alguns exemplos de ações onde através de histórias se desenvolveram competências prévias ao processo de leitura e escrita formal. Através de  fotografias e vídeos foi retratado o trabalho em áreas como: desenvolvimento de competências táteis, linguísticas, motoras e pré-braille.

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Descrição da fotografia: Painel I moderador e oradores em mesa e Inês Marques a realizar a sua comunicação. 

“O que vês, o que vejo…”- Alargamento preço especial de lançamento

Caros leitores, anunciamos que o preço especial de lançamento do livro “O que vês, o que vejo…” será alargado até ao próximo dia 11 de Novembro de 2016 (25 euros). A partir desta data o livro será comercializado pelo valor de 35 euros.

Já restam poucos exemplares, não perca a oportunidade e reserve já o seu!

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Descrição da fotografia: Capa do livro “O que vês, o que vejo…”. 

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Descrição da fotografia: Ilustração visual e tátil do vento, do voar: “Correr na rua e o vento atravessar. Saltar no pátio e imaginar que posso voar (…)”

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Descrição da fotografia: Ilustração tátil e visual do pôr do sol: “Daqui vejo um imenso céu azul, que parece ter sido manchado com sumo de laranja lá da quinta do Paúl (…)”

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Descrição da fotografia:  Ilustração tátil e visual dos seis pontos da célula braille: “Seis pontos a dançar ao som de uma música de pontos combinados, deixam um rasto de contos elevados, para dedos afinados poderem sonhar (…)”

Dados para reserva: 

  • E-mail para reserva: formacao@anip.net
  • No e-mail de reserva deve constar: nome, contacto telefónico, morada completa, nif e comprovativo de pagamento
  • Forma de pagamento: Transferência Bancária

IBAN PT50 0033 0000 00236612392 05

  • Os portes de envio são a cargo do comprador: Preço do livro + 4,10€ para Portugal Continental ou Ilhas. Pode, também, optar por fazer o levantamento do livro na ANIP sede (sem qualquer custo adicional).
  • Informações adicionais: formacao@anip.net ou 239 483 288

OBRIGADA! V Jornadas Deficiência Visual & Intervenção Precoce – Literacia Emergente para a Cegueira

Obrigada a TODOS, moderadores, oradores, patrocinadores e participantes (profissionais e famílias), que contribuíram para que estas Jornadas fossem um verdadeiro hino à literacia emergente para a cegueira.

Foi um dia muito rico, com importantes contributos para o aprofundamento e crescimento das práticas nesta área e repleto de emoções.

Apresentamos algumas fotografias do evento:

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Descrição da fotografia: Auditório com respectivos participantes nas V Jornadas Deficiência Visual & Intervenção Precoce – Literacia Emergente para a Cegueira. 

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Descrição da Fotografia: Comunicação do orador Phillipe Claudet, da Editora Les Doigts Qui Rêvent. 

A TODOS um Muito Obrigada!!

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Ilustração de Serge Bloch, em  La grande histoire d’un petit trait. 

Encontrámos uma pequena linha… e com ela podemos tanto! Há infinitas possibilidades…

Boas construções!

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Descrição da fotografia: Uma das “construções” que nos chegaram nestas jornadas. Obrigada.

Nos próximos posts não perca um resumo dos painéis do evento.

Agradecimentos

O livro “O que vês, o que vejo…” tem contado com apoios muito especiais.

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Descrição da fotografia: Alguns dos elementos do Gang da Malha de Pombal a tricotarem camisolinhas para o nosso livro. 

Obrigada Gang da Malha de Pombal! de certo que o vosso trabalho e contributo trará ao nosso livro um conforto e um quentinho muito especial. Já temos 100 camisolinhas!! Obrigada!

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Descrição da fotografia: Página do livro com ilustração visual e ilustração tátil. Vê-se o rosto da mãe e uma camisolinha tricotada com lã. 

E vocês, já têm o vosso exemplar? Não deixem de o fazer… Até sexta-feira, dia 28 de Outubro, preço especial!

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Descrição da fotografia: Capa do livro “O que vês, o que vejo…”, edição ANIP. 

V Jornadas Deficiência Visual & Intervenção Precoce – Literacia Emergente para a Cegueira

Já alguma vez se questionou de como crianças com cegueira acedem a um livro infantil?

Que estratégias se podem promover para o desenvolvimento da pré-leitura e escrita no caso de crianças cegas?

Estas e outras questões serão discutidas no próximo dia 28 de Outubro de 2016, no âmbito das V Jornadas Deficiência Visual & Intervenção Precoce – Literacia Emergente para a Cegueira.

Para facilitar e enriquecer a discussão teremos a honrosa presença de Philippe Claudet, diretor da editora Les Doigts qui Rêvent, uma editora francesa especializada em álbuns táteis ilustrados.

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Descrição da fotografia: Philippe Claudet, diretor da editora Les Doigts qui Rêvent.

Contamos com a vossa presença.
Inscreva-se já!

 

Contamos com a sua participação!!

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Aproveite esta oportunidade única, participe:

  • no Lançamento do LIVRO “O que vês, o que vejo…”, num formato de edição pioneiro em Portugal – álbum tátil ilustrado de acordo com o modelo háptico.
  • nas Jornadas, subordinadas à literacia emergente para a cegueira, com a participação de Phillipe Claudet, Diretor de Les Doigts Qui Rêvent (França).

Junte-se a nós (#ANIP / CAIPDV), INSCREVA-SE!

Tudo sobre o evento em: https://www.facebook.com/ANIP.pt/?ref=ts&fref=ts

Contamos… e contámos com as “Contadeiras de Histórias”…

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Descrição da fotografia: Equipa da OLEC (CAIPDV) com as pregadeiras das “Contadeiras de Histórias”. De braços esticados exibem livro infantil para a cegueira “O que vês, o que vejo…”.

Na OLEC gostamos de contar…contar com os sentidos, contar o mundo, contar histórias, contar para todos e com todos…

Na OLEC não nos falta a inspiração, vinda de outros ventos, de outras terras e até de outros continentes…

E há pouco, bem pouco tempo, sopraram-nos no ouvido umas tais “Contadeiras de Histórias”, que por tão bem contarem, isto das histórias e dos livros, as  colocámos ao peito, como símbolo da nossa ligação com a literacia.

São peças únicas, vindas do Alentejo, criações de Sofia Paulino, que utiliza prioritariamente materiais reutilizáveis.

Estas pregadeiras são fruto de um pedido especial à artista, a quem pedimos que criasse uns alfinetes que falassem um pouco da OLEC… O resultado foi maravilhoso 🙂

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Descrição da fotografia: Sobre 5 mãos pousam as pregadeiras das “Contadeiras de Histórias”. O fundo da fotografia é constituído por alguns exemplares do livro “O que vês, o que vejo…”.

 

Escolhi o verde para a pregadeira, porque há esperanças no vosso trabalho, também a barra do vestido com o traço vermelho é evocativo, sem o ser muito objectivo, porque é apenas uma alusão e não uma diferenciação. Também coloquei o livro, como objecto do vosso trabalho, em que de dentro sai um coração, porque um projecto como o vosso é feito, além das mãos com o coração. Um outro elemento foi a letra na capa do livro. Porque é esse o resultado, a mensagem do vosso trabalho, um V (Vê), ensinar a ver.

Sofia Paulino

 As Contadeiras de Histórias® são uma marca registada, não deixem de as conhecer… O livro, e obrigada a Sofia Paulino pelo nosso exemplar, é maravilhoso!!

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Descrição da fotografia: Capa do livro “Contadeiras de Histórias”, de Sofia Paulino (Simon’s Books editora).

Informações Adicionais: Envio do Livro “O que vês, o que vejo…”

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Descrição da fotografia: Capa do livro “O que vês, o que vejo…”

O livro “O que vês, o que vejo…” será lançado a 28 de Outubro de 2016, pelo que só a partir desta data será enviado para os compradores que reservaram e pedem despacho via ctt. 

As pessoas que participarem nas V Jornadas Deficiência Visual & Intervenção Precoce – Literacia Emergente para a cegueira, poderão levantar o livro nesse dia no secretariado, poupando assim os portes de envio. 

Para aqueles que não poderão participar nas Jornadas e pretendem reservar o livro e proceder ao levantamento na sede da ANIP (Hospital Pediátrico de Coimbra, piso 0), só o poderão fazer a partir de dia 28 de Outubro de 2016. 

PREÇO ESPECIAL & RESERVA – Livro “O que vês, o que vejo…”

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Capa do livro “O que vês, o que vejo…”, rosto de uma menina e de um menino, frente a frente.

Está mais próxima a data de lançamento do livro “O que vês, o que vejo…”. Com texto de Inês Marques, ilustração de Madalena Moniz e edição da ANIP (Associação Nacional de Intervenção Precoce), este será o primeiro livro editado em Portugal que aposta em ilustrações táteis, do tipo háptico, um formato que parece mais adequado ao contexto perceptivo de crianças com cegueira.

Dia 28 de Outubro de 2016 é a data do lançamento deste livro, no âmbito das V Jornadas Deficiência Visual e Intervenção Precoce – Literacia Emergente para a Cegueira.

“O que vês, o que vejo…” abre a cortina para uma conversa entre duas crianças, fluindo numa deambulação poética acerca de aspectos significativos de um dia. A fruição da narrativa acontece pela voz de uma e de outra, sendo o leitor convidado a apreciar a beleza oferecida pelas suas percepções, ora diversas ou unificadas pelo âmago da infância. 

Um livro que convida a um diálogo plural sobre percepções, emoções e sensibilidades. 

Um livro que transporta gente e simboliza encontro… pela mão dos afetos, da proximidade e da história de cada um. 

Sinopse livro 

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Descrição da fotografia: Uma das páginas do livro, com ilustração visual e tátil. Menino e menina de braços esticados, espreguiçam-se (os braços são móveis).

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Descrição da fotografia: Uma das páginas do livro, com ilustração tátil e visual. Dois girassóis, que giram.

Curioso(a)? Faça já a sua RESERVA e tenha acesso ao PREÇO ESPECIAL (só até dia 28 de Outubro de 2016, inclusive) . Este livro tem a tiragem de apenas 100 exemplares, por isso não perca a oportunidade!

Informações úteis:

Preço ESPECIAL DE LANÇAMENTO do livro: 25€ até dia 28 de Outubro de 2016 + portes de envio (4,10€)

Após 28 de Outubro de 2016: 35€ + portes de envio (4,10€)

  • E-mail para reserva: formacao@anip.net
  • No e-mail de reserva deve constar: nome, contacto telefónico, morada completa, nif e comprovativo de pagamento
  • Forma de pagamento: Transferência Bancária

IBAN PT50 0033 0000 00236612392 05

  • Os portes de envio são a cargo do comprador: Preço do livro + 4,10€ para Portugal Continental ou Ilhas. Pode, também, optar por fazer o levantamento do livro na ANIP sede (sem qualquer custo adicional).
  • Informações adicionais: formacao@anip.net ou 239 483 288

Agradecemos a divulgação para eventuais interessados!

V Jornadas Deficiência Visual & Intervenção Precoce – Literacia Emergente para a Cegueira

As V Jornadas Deficiência Visual & Intervenção Precoce – Literacia Emergente para a Cegueira, estão cada vez mais próximas!

28 de Outubro de 2016… já marcou na sua agenda? Inscreva-se já e garanta a sua participação.

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Um painel de ilustres oradores, a presença da conceituada editora Les Doigts qui Rêvent, na figura do seu Director Phillipe Claudet, e o lançamento do livro infantil adaptado para a cegueira “O que vês, o que vejo…”, parecem-nos ingredientes mais do que suficientes para fazermos deste evento uma roda de reflexão à volta desta temática, na expectativa de um crescendo das práticas neste domínio.

Programa definitivo muito em breve!

Inscrições para: formacao@anip.net

Contamos consigo!